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Casos Clínicos em
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PUMPED UP: UM CASO GRAVE DE CARDITE DE LYME
Tipo de Artigo: Casos Clínicos

Tema: Doença Infecciosa e Parasitárias

Autores:Sílvia Balhana1 (https://orcid.org/0000-0003-0818-1355); Inês Mendes1 (https://orcid.org/0000-0002-4314-4376); Carla Noronha1 (https://orcid.org/0000-0002-4760-8895); Célia Machado1 (https://orcid.org/0000-0001-5460-1950); Carlos Simões Pereira2 (https://orcid.org/0000-0001-5755-8310); José Lomelino Araújo1 (https://orcid.org/0000-0001-6855-2993)

Instituições : 
1. Serviço de Medicina Interna, Hospital Beatriz Ângelo, Loures, Portugal 2. Assistente em Medicina Intensiva, Hospital Beatriz Ângelo, Loures, Portugal

Resumo:
As manifestações clínicas da miocardite variam desde alterações eletrocardiográficas assintomáticas, até ao espetro do choque cardiogénico e morte. A etiologia vírica é a mais frequente mas existem diversas outras que tornam pertinentes exames como a ressonância magnética cardíaca, biópsia endomiocárdica, métodos culturais; técnicas de deteção de ácidos nucleicos ou estudos serológicos. Apresentamos o caso de uma mulher de 72 anos, que recorreu ao serviço de urgência por coriza, tosse irritativa, mialgias, cansaço, tonturas e mal-estar, tendo-se verificado rápida evolução para choque cardiogénico refratário, com necessidade de ECMO (Oxigenação por Membrana Extracorporal). O desenvolvimento de febrícula; infiltrados pulmonares periféricos, difusos; adenopatias mediastínicas; e IgM positivo para Borrelia burgdoferi; levaram os autores a hipotetizar estar perante uma miocardite de Lyme. A evolução clínica francamente favorável após início de ceftriaxone, corroborou o diagnóstico. As manifestações cardíacas da doença de Lyme ocorrem em 4% a 10% dos infetados; mas a miocardite é rara, surgindo em apenas 0,5% dos casos.
Palavras-Chave: Borreliose de Lyme; Choque cardiogénico; Miocardite

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USO DE ROMIPLOSTIM NA TROMBOCITOPENIA REFRATÁRIA ASSOCIADA AO LÚPUS ERITEMATOSO SISTÉMICO
Tipo de Artigo: Casos Clínicos

Tema: Doenças Autoimunes e vasculites

Autores: Joana Rodrigues dos Santos ORCID ID 0000-0003-3302-5653; Ryan Costa Silva ORCID ID 0000-0002-9208-9043; Tânia Vassalo ORCID ID 0000-0002-0319-9815; Inês Silva ORCID ID 0000-0001-7371-7035; Lígia Peixoto ORCID ID 0000-0002-5960-3661; Gabriela Vinhas de Sousa ORCID ID 0000-0003-2394-7849

Instituições:
Serviço de Medicina 1, Hospital de Santa Maria – Centro Hospitalar Lisboa Norte, Lisboa, Portugal.

Resumo: 
Embora os agonistas do recetores de trombopoetina (TPOR) tenham sido aprovados para uso na trombocitopenia imune primária refratária a esteroides (PTI), ainda faltam evidências sobre a segurança e eficácia desses fármacos em doentes com trombocitopenia refratária grave associada ao lúpus eritematoso sistêmico (LES). Apresentamos o caso de uma mulher com LES com mais de 32 anos de evolução que desenvolveu trombocitopenia grave, refratária a múltiplos fármacos de primeira linha como corticoides, ciclofosfamida e rituximab e esplenectomia. Embora tenha havido uma boa resposta ao tratamento com imunoglobulina intravenosa humana ao longo de vários anos, esse medicamento foi descontinuado devido a um síndrome coronário agudo. A doente melhorou com romiplostim com normalização da contagem de plaquetas. 

Palavras Chave: lúpus eritematoso sistémico, rituximab, romiplostim, trombocitopenia

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UMA CAUSA INCOMUM DE RADIOPACIDADE
Tipo de Artigo: Imagens em Medicina

Tema: Doenças Raras

Autores: Teresa Moitinho de Almeida (0000-0002-5261-9142), Carmo Teixeira da Mota (0000-0002-1889-137X), Rodrigo Lindeza (0000-0002-5941-5775), M Joana Alvarenga (0000-0001-9605-3825)

Instituições:
Serviço de Medicina IA, Hospital Egas Moniz, Lisboa, Portugal

Palavras Chave: Oclusão intestinal; Bridas; Radiopacidade

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