USO DE ROMIPLOSTIM NA TROMBOCITOPENIA REFRATÁRIA ASSOCIADA AO LÚPUS ERITEMATOSO SISTÉMICO
Tipo de Artigo: Casos Clínicos
Tema: Doenças Autoimunes e vasculites
Autores: Joana Rodrigues dos Santos ORCID ID 0000-0003-3302-5653; Ryan Costa Silva ORCID ID 0000-0002-9208-9043; Tânia Vassalo ORCID ID 0000-0002-0319-9815; Inês Silva ORCID ID 0000-0001-7371-7035; Lígia Peixoto ORCID ID 0000-0002-5960-3661; Gabriela Vinhas de Sousa ORCID ID 0000-0003-2394-7849
Instituições:
Serviço de Medicina 1, Hospital de Santa Maria – Centro Hospitalar Lisboa Norte, Lisboa, Portugal.
Resumo:
Embora os agonistas do recetores de trombopoetina (TPOR) tenham sido aprovados para uso na trombocitopenia imune primária refratária a esteroides (PTI), ainda faltam evidências sobre a segurança e eficácia desses fármacos em doentes com trombocitopenia refratária grave associada ao lúpus eritematoso sistêmico (LES). Apresentamos o caso de uma mulher com LES com mais de 32 anos de evolução que desenvolveu trombocitopenia grave, refratária a múltiplos fármacos de primeira linha como corticoides, ciclofosfamida e rituximab e esplenectomia. Embora tenha havido uma boa resposta ao tratamento com imunoglobulina intravenosa humana ao longo de vários anos, esse medicamento foi descontinuado devido a um síndrome coronário agudo. A doente melhorou com romiplostim com normalização da contagem de plaquetas.
Palavras Chave: lúpus eritematoso sistémico, rituximab, romiplostim, trombocitopenia
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