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ENCEFALOPATIA HEPÁTICA NA DOENÇA DE RENDU-OSLER-WEBER , UMA APRESENTAÇÃO RARA
Tipo de Artigo: Casos Clínicos

Tema: Doenças Hepáticas

Autores: Patrícia Amaral de Almeida (https://orcid.org/0000-0002-5220-3462) , Ana Pastor (https://orcid.org/0000-0001-6100-0723), Ivo Barreiro (https://orcid.org/0000-0001-7827-4405), Nadine Silva (https://orcid.org/0000-0002-2262-3239), Abílio Gonçalves (https://orcid.org/0000-0002-7976-7014), Amélia Pereira (https://orcid.org/0000-0003-1698-3374)

Instituições : 
Serviço de Medicina Interna do Hospital Distrital da Figueira da Foz

Resumo:
A Doença de Rendu-Osler-Weber (DROW) ou Telangiectasia Hemorrágica Hereditária é uma doença autossómica dominante rara caracterizada por angiodisplasias de atingimento muco-cutâneo e/ou visceral (nomeadamente pulmonar, hepática, do trato gastrointestinal e sistema nervoso central), condicionando hemorragias recorrentes. O envolvimento hepático por esta doença é relativamente frequente, embora raramente seja sintomático. Das apresentações sintomáticas, a encefalopatia hepática é das mais raras, mas deve ser tida em conta quando um doente com DROW apresenta clínica sugestiva, mesmo sendo desconhecido envolvimento hepático pela doença até então. Apresenta-se um caso clínico de um homem de 70 anos, com encefalopatia hepática como manifestação do envolvimento hepático por DROW, pela sua raridade e pela complexidade diagnóstica. A persistência da encefalopatia e comorbilidades do doente têm criado um desafio nas opções terapêuticas.
Palavras-Chave: Telangiectasia Hemorrágica Hereditária, Encefalopatia Hepática

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HIPERINFECÇÃO POR STRONGYLOIDES: UM DIAGNÓSTICO A PONDERAR EM DOENTE IMUNOCOMPROMETIDO
Tipo de Artigo: Casos Clínicos

Tema: Medicina Intensiva

Autores: D. Dias; F. Machado; A. Aguiar; A. Afonso; J. Alves; E. Sousa

Instituições:
Centro Hospitalar Entre Douro e Vouga

Resumo: 
A strongiloidíase é uma infeção parasitária incomum em áreas não tropicais. Apresenta-se frequentemente como uma infeção crónica assintomática. Os sintomas podem manifestar-se quando o parasita se reproduz em situações de imunosupressão. Reporta-se uma infeção por Strongyloides stercoralis em doente sob corticoterapia por doença IgG4. O doente apresentou-se com dor abdominal, náuseas, anorexia, obstipação e vómitos com uma semana de evolução. Foi diagnosticada cetoacidose diabética e colite como fator desencadeante. O doente foi admitido na Unidade de Cuidados Intensivos por choque séptico. Evidenciou-se o aparecimento de expetoração hemoptóica e lesões cutâneas, bem como disfunção multiorgânica. Na investigação observaram-se larvas de Strongyloides stercoralis em expetoração observada em microscopia óptica. O doente evoluiu com choque refratário e morte ao 14º dia de internamento apesar de tratado com albendazole e ivermectina oral. O presente relato visa destacar a necessidade de elevado nível de suspeição para a infeção oportunista parasitária em doentes imunocomprometidos, sobretudo em cuidados intensivos.

Palavras Chave:Strongyloides stercoralis, corticosteroides, Doença de IgG4

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PNEUMOMEDIASTINO HIPERTENSIVO COMO COMPLICAÇÃO DE PNEUMONIA POR PNEUMOCYSTIS JIROVECII
Tipo de Artigo: Imagens em Medicina

Tema: Doenças Respiratórias

Autores: Débora Sousa (https://orcid.org/0000-0003-0995-8146); Susana Carvalho Coelho (https://orcid.org/0000-0003-1688-7374); Alexandra Bayão Horta (https://orcid.org/0000-0002-8696-6089).

Instituições:
Serviço de Medicina Interna, Hospital da Luz Lisboa (Todos os autores)

Palavras Chave: Pneumomediastino; Pneumocystis jirovecii; Vírus da Imunodeficiência Humana.

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