| |
Consulte a nossa Revista de Casos Clínicos Online
|
|
|
| |
O PAPEL DA HELICOBACTER PYLORI NA TROMBOCITOPENIA IMUNE Tipo de Artigo: Casos Clínicos Tema: Doenças Autoimunes e vasculites Autores:Ana Rita Fernandes Matos (https://orcid.org/0000-0003-4584-0815), Elisabete Coelho (https://orcid.org/0000-0001-9566-4018), Sofia Caridade (https://orcid.org/0000-0002-5918-1868) Instituições : Serviço de Medicina Interna, Hospital de Braga, Braga, Portugal
Resumo: A trombocitopenia imune é a patologia hematológica auto-imune mais frequente e pode ser secundária a outras condições, nomeadamente doenças linfoproliferativas, infecciosas e imunológicas. É reconhecido o papel do Helicobacter pylori no desenvolvimento desta patologia e vários estudos demonstraram uma evolução favorável com a erradicação da bactéria. Relatamos o caso de uma doente de 76 anos com trombocitopenia crónica com 3 anos de evolução, de etiologia indeterminada apesar do amplo estudo realizado, inclusivamente mielograma e biópsia óssea. Por evidência de agravamento da trombocitopenia (com plaquetas
< Ver mais >
|
|
|
| |
DOENÇA DE MONDOR – UMA CAUSA RARA DE DOR TORÁCICA Tipo de Artigo: Casos Clínicos
Tema: Doenças Cardiovasculares Autores: João Miguel Louro (https://orcid.org/0000-0002-0552-0684), José Augusto Barata (https://orcid.org/0000-0003-1300-3051)
Instituições: Serviço de Medicina, Hospital Vila Franca de Xira, Vila Franca de Xira, Portugal
Resumo: A Doença de Mondor constitui uma entidade rara, caracterizada por um processo trombótico das veias subcutâneas da parede torácica. Afeta principalmente doentes do sexo feminino na 5ª década de vida, e na maioria dos casos não há etiologia especifica nem fator precipitante evidente. Apresenta-se um caso clinico de Doença de Mondor numa mulher de 58 anos, que referia aparecimento de um cordão doloroso subcutâneo na parede antero-lateral direita do tórax, de instalação recente, tendo o diagnóstico sido confirmado por Ecografia com estudo Doppler.
Palavras Chave: Doença de Mondor, Tromboflebite, Dor Torácica;
< Ver mais >
|
|
|
| |
GUILLAIN BARRÉ COMO SÍNDROME INAUGURAL DO HIV Tipo de Artigo: Casos Clínicos Tema: Doença Infecciosa e Parasitárias
Autores: Diana Pereira Anjos (https://orcid.org/0000-0001-8788-6155), Teresa Martins Mendes (https://orcid.org/0000-0002-7866-0274), Dinis Sarmento (https://orcid.org/0000-0003-0560-4527), Ana João Sá (https://orcid.org/0000-0002-5849-2701), André Paupério (https://orcid.org/0000-0003-3153-2352), Mari Mesquita (https://orcid.org/0000-0002-8620-4690) Instituições: Serviço de Medicina do Centro Hospitalar Tâmega e Sousa Resumo: A síndrome de Guillain-Barré (SGB) é uma polineuropatia periférica aguda ou subaguda caracterizada por parésia ou parestesia ascendente e simétrica, perda dos reflexos profundos e disfunção autonómica. Pode ocorrer em qualquer estádio de infeção pelo Vírus de Imunodeficiência Humana (VIH) e, apesar da descrição de vários casos desde 1985, a patogénese comum às duas doenças é desconhecida. Relata-se o caso de um homem de 41 anos com fraqueza progressiva dos membros inferiores e arreflexia, que referia uma infeção gripal recente. Foi diagnosticado com SGB e a investigação etológica revelou níveis elevados de RNA-VIH no sangue periférico e líquor. O doente foi medicado com imunoglobulina endovenosa e iniciou fármacos antiretrovirais que atravessam a barreira hemato-encefálica. Teve alta sob programa de reabilitação física. A infeção por VIH deve ser considerada nos pacientes diagnosticados com SGB, pois esta síndrome pode ser a primeira manifestação de positividade este vírus. Nestes casos, a abordagem envolve o tratamento da SGB (imunoglobulina endovenosa, plasmaférese) e terapêutica antiretroviral adequada.
Palavras Chave: Síndrome de Guillain-Barré, VIH, Antiretroviral < Ver mais >
|
|
|
 |
|