O dia 4 de maio marcou o início do 29.º Congresso Nacional de Medicina Interna (CNMI), dinamizado pela Sociedade Portuguesa de Medicina Interna (SPMI), que regressa com o mote “Pontes para o Futuro”, sendo estas estabelecidas através do debate e da partilha científica entre pares, no Centro de Congressos da Alfândega do Porto.
A iniciativa começou no período da tarde, através da realização de oito mesas de comunicações orais, conduzidas por especialistas, onde foram discutidos os temas “Doenças autoimunes, reumatológicas e vasculites”; “Doenças cérebro-vasculares e neurológicas”; “Doenças cardiovasculares”; “Doenças endócrinas, metabólicas e nutricionais”; “Doenças infeciosas e parasitárias”; “Doenças oncológicas”; “Doenças hematológicas” e “Organização, gestão e qualidade de serviços de saúde”.
Foi ainda possível desenvolver duas conversas do painel “Hot Topics”. Deste modo, uma das sessões abordou a problemática do “POCUS na avaliação da congestão”, sob a moderação de José Mariz e a apresentação de Philippe Rola, enquanto o tema da “Sarcopenia e malnutrição: uso de anabolizantes” foi guiado pelo orador Rui Escaleira e pela moderação de Aníbal Marinho.
A fechar a tarde foi celebrada a sessão de abertura do CNMI; a conferência “A hiperespecialização e a valorização da Medicina Interna”, com o palestrante Pedro Cunha; foi atribuído o Prémio Nacional de Medicina Interna e, por fim, a Reunião de Núcleos da SPMI.




